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Feliz Ano Novo + Planos para o Blog em 2017
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Olá Pokémaniacos!
2016 acabou e 2017 chegou! Hoje venho aqui desejar um feliz ano novo a todos! Espero que tenham um ótimo 2017! A imagem acima foi feita por Hikariangelove, ela faz ótimas fanarts e quem quiser dar uma olhada nas outras que ela já fez é só conferir aqui!
2016 foi um ótimo ano para o blog e minhas fics, e eu espero que 2017 seja um ano melhor ainda!
Vim aqui falar também sobre os alguns dos planos para o blog em 2017! Primeiro quero falar da enquete que foi finalizada hoje.
2016 acabou e 2017 chegou! Hoje venho aqui desejar um feliz ano novo a todos! Espero que tenham um ótimo 2017! A imagem acima foi feita por Hikariangelove, ela faz ótimas fanarts e quem quiser dar uma olhada nas outras que ela já fez é só conferir aqui!
2016 foi um ótimo ano para o blog e minhas fics, e eu espero que 2017 seja um ano melhor ainda!
Vim aqui falar também sobre os alguns dos planos para o blog em 2017! Primeiro quero falar da enquete que foi finalizada hoje.
Como podem ver, todos que votaram gostariam que outros temas fossem abordados nesse blog, então em 2017 trarei outros assuntos para vocês, mas claro que Pokémon continuará sendo o carro chefe do blog! Sei que vão me perguntar então já vou responder em relação ao meu outro blog PokéShowZ, ele era o blog onde eu postava coisas de outros assuntos como animes, jogos, series, filmes, etc. Como não sei como será a recepção de todos ao postar outros temas aqui, vou fazer um teste primeiro, por enquanto PokéShowZ ficará sem receber post novos, pois os post planejados para ele serão lançados aqui, estou tentando unificar os dois blogs para ver como vai ser a reação de todos, já que todos que votaram gostariam que outros temas fossem abordados aqui. E não se preocupe, não vou fechar o PokéShowZ, quem quiser ver os post antigos eles vão poder ser acessados tranquilamente.
Depois de um tempo com este nova forma de postar as coisas no blogs, vou avaliar para ver se vale a pena deixar tudo aqui mesmo, se não, voltarei a postar no PokéShowZ os outros assuntos, e aqui vai continuar apenas com Pokémon. Então esta fase de teste vai começar a partir de hoje e veremos como serão os resultados para frente!
Esta vai ser a principal mudança para 2017, mas tenho vários outros planos!
Falando das minhas fics, quero dizer que 2017 deve ser um ano otima para elas! Planejo diversas coisas, como a nova temporada de RainStorm, que vai se chamar "As Trevas de Kalos"
Também planejo a volta de ThunderStorm, assim concluindo o Arco Inicial e começando um novo que se chamará "Urban Legends" em português, Lendas Urbanas,
E ainda relacionados as minhas fics, em 2017, planejo lançar uma nova fic, sobre os lendários de Kalos, Xerneas e Yveltal! Ela se chamará "Entre a Vida e a Morte".
Esses são meus principais planos, relacionado as minhas fics em 2017! Claro que algumas dessas coisas podem demorar bastante, pois como disse, são meus planos para 2017 e até 2018 ainda tem 12 meses rsrs!
Já sobre Pokémon sem contar as fics, planejo trazer:
- Notícias
- Teorias
- Impressões
- Tops
- Avaliação semanal da audiência dos episódios de Pokémon (Vou explicar melhor depois)
- Postagens Especias (São surpresas rsrs)
Esses são os meus planos para blog em 2017! Espero que gostem! É isso, tenham um ótimo 2017! Tudo de melhor e até mais!
By : Zark
Pokémon ThunderStorm – Capítulo 05
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Planalto
Índigo(Kanto), 11 de Junho de 2016.
– Como
vocês já sabem, eu que chamei todos vocês aqui. Me chamo Grumman e
essa jovem ao meu lado se chama Maiya. Desculpe-me pelo atraso, mas
acredito que serviu para vocês se conhecerem. Prestem muita atenção
no vou dizer.
Todos
já estavam prestando atenção desde do momento que ele entrara pela
porta.
– Chega
de enrolação e vamos começar logo essa reunião. E sim eu rimei.
Apesar
da piada horrível de Grumman, todos estavam ansiosos de alguma
forma. Cada pessoa naquela sala, estava sentada ali, por algum
motivo, cada um com suas próprias ambições e desejos. Por fim, a
reunião finalmente começou, o que ninguém sabia naquele momento
que o rumo que fosse tomado por aquela reunião, mudaria o futuro da
região de Kanto.
– Primeiramente,
agradeço a todos por virem para a reunião. Também gostaria de
dizer que todos você foram escolhidos especificamente por mim, por
causa de suas habilidades únicas que podem e devem ajudar na missão,
isso se aceitarem. – disse Grumman.
Todos
estavam ansiosos para saber o que era a missão, mas o velho ficava
enrolando.
– Vocês
devem estar se perguntando o porquê de tanto cuidado e o porquê de
convocar pessoas tão diferentes de regiões diferentes. A resposta
está no caso que estamos investigando. – Grumman parou de falar
por um momento e fez um sinal para Maya que apertou um botão no
controle em sua mão e a tela enorme atrás dos dois ligou.
A
imagem vista na tela era um fundo branco com a seguinte frase escrita
no meio “Arquivo#T1798: Caso Meowth”. Grumman continuou a falar:
– Este
é um caso de uma série de homicídios que começaram a
aproximadamente um mês atrás, a primeira vítima foi encontrada 13
de maio e desde de então já foi encontrado 5 vítimas no total. O
caso Meowth está sendo investigado a duas semanas desde que
encontramos a terceira vítima e percebemos a relações entres as
vítimas.
– Que
tipo de relação vocês encontraram? – indagou Volkner.
– Não
seja tão apresado, eu já ia falar. – Grumman fez um sinal com as
mãos para Maya.
Ela
apertou outro botão e a imagem da tela mudou. A imagem que apareceu
assustou a todos, era um conjunto de fotos, tinha a foto de um rosto
de um homem, mas o que assustou a todos foram as outras fotos, eram
imagens ensaguentadas, um corpo esquartejado, mal dava para saber
qual era cada parte do corpo da pessoa.
– Que
horrível! – gritou Rumiho.
– Acho
que estou passando mal. – disse Augustine com enjoo no estômago.
Volkner
ficou preocupado com a Celly, afinal para ele, ela era apenas uma
jovem garota de 14 anos. Ao olhar para a garota, ela possuía um
olhar estava assustador e apertava seus punhos com força.
– Celly,
não precisa olhar. – sugeriu Volkner gentilmente.
– Não,
essas coisas não me assustam mais. – respondeu Celly.
Com
essa resposta Volkner, ficou imaginado, o que aquela garota tinha
passado, não fazia ideia, mas sabia que não tinha sido algo muito
fácil de suportar. Ela parecia estar com raiva e ao mesmo tempo
medo, mas obrigava a si mesma a olhar.
– Se
recomponham! – exclamou Grumman. Todos voltaram a prestar atenção,
exceto por Augustine que evitava olhar para a tela. – Esse homem na
foto é Hajime Shigeru, ele foi morto por armas brancas e
esquartejado depois, como podem ver nas fotos. Ele tinha 43 anos, era
solteiro e trabalha como deputado.
Maya
apertou novamente outro botão e a imagem mudou novamente, a foto do
rosto do homem mudou para outro e as fotos orendas foram subsistidas
por outras que eram tão feias quanto.
– Esse
homem foi morto por armas brancas e esquartejado também. Ele se
chamava Kenji Suzu, tinha 31, solteiro e como trabalhava engenheiro
eletricista, mas já tinha trabalhado como politico a alguns meses.
A
tela mudou novamente e outro homem apareceu.
– Este
é Toru Takashi, foi morto por armas brancas e esquartejado também.
Possuía 45 anos, era casado e trabalhava como politico fornecendo
apoiou ao presidente atual.
Novamente
a imagem mudou, só apareciam fotos horríveis toda as vezes.
– Esse
é Akira Ren, possuía 38 anos, solteiro, foi morto por armas brancas
e esquartejado. Trabalhava em uma empresa de moveis e adivinha, ela
já tinha sido politico.
E
mais uma vez a imagem da tela trocou, só que dessa vez, foi
diferente. O homem que aparecia nas fotos era familiar para Volkner,
era Hiroshi. Volkner ficou paralisado, não sabia se sentia raiva ou
tristeza. Ele sabia que seu amigo tinha sido morto, mas não sabia
que havia sido uma forma tão brutal, ele apertou seu peito com a mão
direita e começou a respirar de forma ofegante.
– E
por último, Hiroshi Shiro. Ele foi encontrado morto a quatro dias,
do mesmo jeito que os outros, esquartejado. Ele tinha 39 anos, era
casado e trabalhava como engenheiro, mas antes havia entrado no mundo
da politica apoiando a eleição do presidente Emiya.
Volkner
estava nervoso, sua respiração ficava cada vez mais irregular,
parecia que surtaria, mas então Irisviel segurou a sua mão e disse:
– Volks,
tenha calma, eu estou aqui. Respire mais profundamente.
Volkner
fez como sua esposa sugeriu e conseguiu relaxar mais um pouco, mas
continuava triste e com raiva pela morte de seu amigo.
– Bem
já devem ter notada as ligações, todos os alvos eram homens na
faixa dos 30 a 50 anos, foram mortos da mesma forma e participavam ou
já tinham participado na careira politica. Além disso todos os
assassinatos não deixaram nenhuma pista concreta. Alguma pergunta? –
indagou Grumman.
– Não
entendo uma coisa, por que você resolveu convocar tantas pessoas de
regiões diferentes? Afinal a policial local deveria resolver. Deve
ser apenas um serial killer, nada muito difícil de resolver. –
contestou Steven.
– É
exatamente por isso que PI deve esta preocupada, se fosse apenas um
serial killer comum seria fácil de encontrar pistas, mas pelo que
meu pai, digo Grumman disse não foi encontrada nenhuma pista e já
há 5 vítimas, é algo muito raro de se acontecer. Isso não pode
ser o trabalho de uma pessoa apenas, deve ter uma organização ou um
grupo por trás. – explicou Rumiho.
Quando
Volkner ouviu isso juntou as pelas da quebra-cabeça que Grumman
montara. Volkner sentiu o nascer de um desespero, já estava nervoso
por causa de Hiroshi, mas ao ouvir essas palavras, ele finalmente
ligou os pontos. A forma do assassinato, a escolha das vítimas, a
preocupação de Grumman e da Polícia Internacional, tudo estava
ligado. Volkner não pode se conter e droga enquanto batia fortemente
na mesa:
– Droga!
Todos
se assustaram, ele se levantou da cadeira e segurou Grumman pelo
colarinho e gritou ferozmente:
– Então
é por isso que você mencionou Hoenn! É por isso que me chamou
aqui, seu velho desgraçado! Está querendo me meter em outra
tragédia! E não só a mim está querendo colocar minha esposa e
todos os outros aqui nas suas loucuras sem ao menos dizer a verdade
para eles!
– Volkner
tenha calma! – pediu Irisviel.
– Calma?
Você ainda não sabe o na missão suicida que este velho está
querendo jogar para a gente! – gritou Volkner.
– Então
o que está acontecendo, me explique! – Irisviel tentou parar
Volkner.
Volkner
soltou Grumman e voltou para sua cadeira e disse:
– Rumiho
tem razão isso não é um trabalho de um serial killer, mas sim uma
organização. Fiquei apavorado quando descobrir. Esperava que
estivesse errado, mas ao ver este sorriso na cara desse Grumman
desgraçado, percebi que estou indo para o lugar certo.
– Do
que você está falando? – Rumiho perguntou desesperada, começava
entender, mas esperava que estivesse errada.
– Essa
organização não é nenhuma qualquer, ela é a Equipe Rocket.
Todos
os convocados se levantaram e se arrepiaram. O desespero correu pela
sala, mas então Steven resolveu perguntar algo:
– Grumman,
isso é verdade?
Todos
pararam de gritar, queriam ouvir a resposta.
– Infelizmente,
eu acredito que sim. Não é certeza, podem ser apenas imitadores,
mas a PI esta realmente preocupada com o que possa vir a ser. Tudo
pode ser um alarde muito grande para pouca coisa e a Equipe Rocket,
pode não ter nada a ver com o caso, mas as relações do caso com os
assassinatos na Guerra dos Foguetes não deixam de ser muitas. Isso
preocupou bastante a PI e por isso fiquei encarregado de montar uma
pequena equipe para investigar o caso.
– Mas
a Equipe Rocket foi desfeita, não foi? – indagou Augustine.
– Bem,
isto é o que sempre pensamos, mas não podemos dizer com certeza.
Talvez ainda existam remanescentes. – respondeu Grumman.
– Navegando
pela Internet, eu vi muitos rumores sobre a volta da Equipe Rocket,
mas nunca achei que fossem verdades. – disse Itaru. – Mas quando
são rumores de Half-Life 3, nada é confirmado, como a vida é
injusta.
– Como
já disse, pode ser muito alarde para pouca coisa, mas, ainda assim,
estamos preocupados, mesmo que não seja a Equipe Rocket, deve ser
uma organização grande para conseguir fazer todos estes feitos.
Quero dizer para não ficarem preocupados, não obrigarei vocês a
participarem da missão se não quiserem. Claro que existe uma
recompensa muito alta aos que forem participar que será paga
independentizante do decorrer da missão, sendo a Equipe Rocket ou
não. Darei até amanhã para decidirem se vão ou não participar.
Enquanto isso podem ficar hospedados nos hotéis por perto, é de
nossa conta. Dito isto a reunião acaba.
Grumman
começou andar para a saída, mas antes parou do lado de Volkner e
falou com ele:
– Volkner,
não te culpo por se descontrolar, mas tente ter mais controle. Você
desarrumou minha roupa e dá muito trabalho para arrumá-la. Até
mais.
…
Volkner
e Irisviel estavam num quarto de um hotel e discutiam sobre se deviam
aceitar a missão:
– Iri,
eu vou aceitar a missão. – disse Volkner.
– Eu
já sabia disso, você não conseguiria aceitar que mais pessoas
poderiam morrer, que nem o Hiroshi, estou certa? – indagou Irisviel
fitando os olhos.
– Como
quase sempre.
– Errado,
você quis dizer “Como sempre”.
– Se
você diz.
– Mas
tem outra coisa que te faz querer aceitar a missão… vingança, não
é? – indagou Irisviel já sabendo a resposta.
– Vingança?
Claro que não! – exclamou Volkner.
– Volkner
Misaka, você sabe muito bem que não consegue mentir para mim. Acha
que não perceber que um dos principais motivos de querer aceitar
esta missão é para se vingar da morte de Hiroshi.
– Desculpas.
Você está certa, quero me vingar, mas não estou aceitando a missão
apenas por isto. De qualquer forma, eu aceitarei a missão, mas você
não.
– Sobre
isso, na verdade quero aceitar a missão. – revelou Irisviel.
– Eu
não posso deixar você participar, se a Equipe Rocket realmente
estiver envolvida será algo muito perigoso. – contestou Volkner.
– Eu
sei que é perigoso e é por isso que tenho que aceitá-la.
– Mas
não podemos deixar nossas filhas assim, alguém precisa ficar
tomando conta delas, se algo acontecer com você, elas vão ficar
tristes.
– E
se algo acontecer com você elas também vão ficar tristes, por isso
tenho que ficar, para poder te proteger. E não se preocupe
com elas, eu liguei para sua
prima de Unova, ela disse
que pode cuidar das duas, junto a Alloute.
– Você
ligou para Dee? Mas isso não é o caso, eu também estou preocupado.
Se algo acontecer com você, eu não sei o que faria. – contou
Volkner bem sincero.
– Eu
sei que está preocupado, assim como eu estou, mas não posso deixar
você correr esse perigo sozinho e se realmente for a Equipe Rocket,
eu tenho medo que o pior possa acontecer e afetar o futuro de nossas
filhas.
– Mas
Iri …
– Nada
de “Mas Iri”. Não posso ficar sem fazer nada, desde que você
falou que a Equipe Rocket podia estar por trás disso, eu já tinha
me decidido, tenho que proteger minha família ou você se esqueceu
do que aconteceu da última vez que ouvimos esse nome?
– Claro
que não me esqueci.
– Então
para de ficar reclamando! A Equipe Rocket já me tirou muitas pessoas
preciosas, não quero que nada disso se repita. Então por isto nos
dois aceitaremos a missão e ponto final.
– Está
certo, Iri.
Planalto
Índigo(Kanto), 12 de Junho de
2016.
Todos
que estavam naquela sala no dia anterior, estavam lá novamente. Qual
seria o rumo da reunião? Quem aceitará a missão? Essas eram
perguntas que passavam pela cabeça dos que estavam lá.
– Muito
bem, vamos direto ao ponto. Quem vai aceitar a missão de
investigação sobre essa suposta Equipe Rocket, levante a mão. –
ordenou Grumman.
Por
alguns segundos todos ficaram calados, ninguém levantou a mão e
ninguém disse nada.
– Parece
que ninguém vai aceitar a missão, acho que estamos ferrados. –
comentou Grumman.
– Não
se preocupe
com isso, pelo menos uma pessoa vai te ajudar,
seu velho desgraçado. –
disse Volkner enquanto
levantou a mão.
Muitos
daquela sala ficaram surpresos não esperavam que Volkner aceitasse a
missão, principalmente depois do ataque que ele tivera.
– Duas
pessoas. Não se esqueça de mim, amor. – corrigiu Irisviel
levantando a mão.
– Eu
também estou dentro! – exclamou
Celly
ansiosa levantando a mão.
– Celly,
eu não acho que seria uma boa ideia, você participar desta missão.
Pode acabar sendo muito perigoso. – contestou Volkner.
– Perigo
é meu nome do meio! Além do mais, tenho meus motivos eu aceitar a
missão. – respondeu Celly.
– Se
essa pequena e linda garota vai entrar, eu também vou. – contou
Augustine sorrindo para Celly enquanto levantava a mão.
– Medo.
– sussurrou Celly para si mesma.
– Vocês
são um bando de idiotas, caindo de cabeça numa missão suicida.
Sortes suas, que eu também sou bem idiota. – falou Rumiho
levantando a mão.
– Isso
é algo diferente para mim, mas enquanto eu jogava, descobrir que as
vezes é melhor seguir a onda. – disse Itaru enquanto levantava a
mão.
– Volkner,
se lembre que você ainda me deve duas pedras do sol por causa dessa
garota. – lembrou Steven enquanto levantava a mão e olhava
assustadoramente para Celly que ficou com medo.
– Não
vou esquecer. – prometeu
Volkner com um sorriso
sarcástico.
– Muito
bem! É disso que eu gosto de ver! A partir de hoje você faram parte
da Equipe Von. – disse Grumman entusiasmado.
– Von?
Mas que nome estranho, o que significa? – perguntou Itaru.
– Isso
eu não vou dizer, descubram vocês. – respondeu Grumman.
– Por
que você sempre tem que ser assim. – comentou Rumiho.
– Antes
que eu me esqueça, Celly você não vai poder participar da missão.
– O
que? Por que não? – questionou ela.
– Você
é menor de idade e de acordo com as leis, não poderá participar em
uma missão que possa por sua vida em riso. Mas como é a campeã da
liga Índigo precisa ficar a par da situação, então sempre a
manteremos atualizada.
– Que
droga, eu queria participar da missão com o maninho Volkner. –
reclamou Celly.
– O
que? Você fez isso de propósito. – Volkner se assustou.
– Mordi
a língua. – disse Celly.
– Mentirosa!
– reclamou Volkner.
Celly
mostrou a língua para Volkner.
– Sua
menina maldita, para de ficar brincando comigo.
– Volks,
que história é essa de maninho Volkner? – indagou Irisviel.
– Iri,
eu juro que não é nada, esta garota que está inventado. –
explicou Volkner desesperado.
– Está
certo.
– Eu
queria que você participasse dessa missão, Celly do meu coração.
– revelou Augustine.
– Não
se preocupem, vou visitar sempre que puder. – disse Celly. – Mas
garantirei de ficar longe de você e do maniacos por pedras.
– Você
disse algo? – indagou Steven fitando Celly com uma cara
assustadora.
– Não
foi nada! – berrou Celly, tentando se esconder atrás de Volkner.
– Está
tudo certo, vamos partir para Cidade de Saffron amanhã! – exclamou
Grumman.
– Espera!
Antes, vamos tirar uma foto da Equipe Von, para marcar o início
dessa missão. – sugeriu Celly.
– Eu
acho que é uma boa ideia. – disse Rumiho.
Todos
concordaram. E se posicionaram para a foto.
– Tenham
calma, quero tirar a foto com todos os componentes da equipe Von, ou
seja, os seus Pokémon também, todos devem estar com, pelo menos, um
Pokémon. – falou Celly.
– Acho
justo. Saia Luxray. – ordenou Volkner.
– Venha
Drifblim! – pediu Irisviel.
– Aparece
Mawile! – exclamou Rumiho.
– Vamos
parceiro Hariyama! - disse Itaru.
– Goodra
é com você. – falou Augustine.
– Metagross.
– disse Steven.
– Wow,
quantos Pokémon incríveis! – admirou Celly com brilho nos olhos.
– Você
realmente deve gostar dos Pokémon, não é pra menos que seja uma
campeã. – comentou Irisviel.
– Sim,
eu amo eles, agora é a hora de chamar meu parceiro. Arcanine, eu
escolho você! – disse Celly.
– Ele
é lindo. – elogiu Rumiho.
– É
sim, ele foi o meu primeiro Pokémon, amo muito ele. Queria poder
mostrar outro Pokémon que eu gosto muito também, mas infelizmente
no momento eu não posso. – contou Celly.
– Não
tem problema, quando você nos visitar, você pode apresentar ele. –
sugeriuVolkner.
Celly
assentiu.
Todos
se posicionaram para foto, Grumman pegou uma câmera e disse enquanto
tirava a foto:
– Sorriam!
– Ei
espere um momento. – pediu Volkner, mas já era tarde a foto já
tinha sido tirada.
Steven
ficou na ponta esquerda, sem fazer nenhuma expressão, ao seu lado
estava Augustine tentando dar um beijo em Rumiho que empurrava seu
rosto para longe. Na ponta direita estava Itaru sorrindo normalmente,
no seu lado estava Irisviel com um lindo sorriso em seu rosto, e no
meio estava Volkner sendo empurrado por Rumiho que empurrava
Augustine, no momento da foto ele estava reclamando, e na frente de
Volkner estava Celly que sorria bem grande e fazia um V com os dedos
nas duas mãos. Todos os Pokémon estavam na frente ou ao lado de
seus treinadores sorrindo.
– Ficou
ótima! – disse Celly.
– Você
realmente acha? Não acha que ficou meio bagunçado? – indagou
Volkner.
– Não,
assim esta ótimo. Este momento será bem lembrando dessa forma, além
de refletir bem a personalidade de cada um. – respondeu Celly
sorrindo.
– Você
está certa, realmente a foto está ótima. – sorriu Volkner.
…
Volkner
estava em seu quarto do hotel com Irisviel que estava falando no
telefone com suas filhas. Volkner já tinha falado com elas, ele
estava lendo o livro que ganhara
de Hiroshi. Era um livro muito bom tinha várias
anotações que seriam muito uteis para treinar bem os Pokémon, não
apenas isso tinha anotações que eram lições de vida também.
Enquanto ele foleava o livro, ele achou uma anotação de
Hiroshi, nela
estava escrito
“Uma vez eu estava em uma viajem por Hoenn e encontrei um vilarejo
que tinha sido destruído por um tornado, mas as pessoas de la não
estavam tristes, estavam felizes, felizes por ninguém ter se
machucado e por todo mundo estar ajudando a reconstruir a vila. Então
eu vi um homem que estava escutando uma música
linda, não entendia a letra, mas percebi que sempre uma
palavra
se repetia, VON. Fiquei curioso e perguntei a ele o que significava
aquela palavra. Quando ele me respondeu,
entendi o porquê de todos estarem felizes. Ele falou que era uma
música de uma terra fria. E que lá VON significa …” Quando
terminou de ler, Volkner ficou sem entender direito o que acontecia,
mas sabia que não podia ser coincidência, o nome que Grumman deu
para equipe era o mesmo que estava escrito no livro de Hiroshi. Ele
se arrumou e disse para Irisviel que sairia, mas voltava logo. Ela
nem teve tempo de responder, pois Volkner já tinha saído.
…
– Finalmente
te achei, seu velho desgraçado! – berrou Volkner quando encontrou
Grumman em seu escritório na PI.
– Queria
falar comigo, Volkner? – indagou Grumman.
– O
que isto significa? – Volkner abriu o livro de Hiroshi e mostrou a
anotação sobre Von.
– Como
assim? Não estou de entendendo.
– Não
se faça de inocente comigo! Von, porque escolheu este nome para a
equipe?
– Por
causa do significado.
– Esperança.
– murmurou Volkner.
– O
que?
– Von
significa esperança.
– Parabéns,
você descobriu.
– Para
de fazer seus joguinhos comigo! – berrou Volkner. – Eu acabei de
te mostrar a anotação de Hiroshi! Não tem como isto ser
coincidência!
– Do
que você está falando?
– Você
sabe muito bem. Nunca tinha ouvido a palavra Von na minha vida, até
você nomear a equipe. Resolvi pesquisar o significado na internet e
não encontrei nada. Apenas descobrir este significado quando eu
encontrei esta anotação no livro do Hiroshi.
– Não
acha que é uma mera coincidência?
– Claro.
– disse Volkner sarcasticamente. – Se me lembro bem, você usou o
nome de Hiroshi como argumento para me trazer até aqui. Não apenas
isto, de alguma forma você sabia que eu ainda era amigo de Hiroshi,
como?
– Esqueceu
que eu encontrei com vocês dois em Hoenn, um pouco antes da sua
missão ter se tornado um banho de sangue. Foi uma pena que você foi
tão inútil que não conseguiu salvar ninguém, apenas a si mesmo. –
respondeu Grumman sorrindo.
Volkner
agarrou o colarinho de Grumman e o empurrou até a parede.
– Não
falhe do Verão Sangrento nem de Hoenn. Se não, eu vou te dar uma
surra bem aqui e agora. – Volkner respirou profundamente. – Você
sabe muito bem que depois do que aconteceu, todos os meus “amigos”
me largaram, apenas poucos sobraram e um deles era o Hiroshi, mas era
impossível para você saber ao menos que… você estava me
espionando por todos estes anos?
– Não,
eu prefiro espionar mulheres bonitas e jovens, que nem a Irisv… –
Grumman foi interrompido por um soco de Volkner que o acertara na
barriga.
– Não
brinque comigo. – alertou Volkner com um olhar assustador.
– Você
é muito chato, não consegue nem aceitar uma brincadeirinha. Se não
sabe brincar não desce pro play! – Grumman deu língua para
Volkner, que furiosamente socou a sua barriga novamente.
– Você
sabia, não era? Você sabia que eu iria até o enterro do Hiroshi,
receberia o livro dele e que dentro havia uma anotação com o
significado de Von, não é mesmo? Mas eu me pergunto como?
– Quem
sabe? Talvez um Pidgey tenha me contado.
Volkner
o socou novamente, fazendo Grumman cuspir sangue. Logo depois, o
velho começou a gargalhar.
– O
que foi? – indagou Volkner com raiva.
– Você
sabe que pode ser preso pelo que está fazendo? Se eu quisesse, só
era eu estalar meus dedos que você nunca mais sairia daqui como um
homem livre.
Volkner
ficava com mais raiva, mas dessa vez se controlou em batê-lo.
– Não
se preocupe, não vou contar a ninguém o que aconteceu aqui, vai ser
nosso segredinho. – sorriu Grumman.
Volkner
soltou o colarinho de Grumman e deu um passo para atrás.
– Você
sabia que o único jeito de eu aceitar está missão era se tornasse
algo pessoal. Se algum dos meus poucos amigos morressem era obvio que
eu quereria aceitar a missão. Se Hiroshi não tivesse sido
assassinato você não teria nenhum argumento para me convencer a
participar da missão, não acha coincidência demais, que quando
mais você precisa de mim, um dos meus melhores amigos morre e eu me
vejo numa situação onde não posso negar está missão? – indagou
Volkner sarcasticamente.
– Estranho,
não? – respondeu Grumman com um sorriso.
– Grumman,
eu juro que se você tiver alguma coisa relacionada ao assassinato de
Hiroshi, farei qualquer coisa para vingar a morte dele. – alertou
Volkner seriamente.
– Isso
seria uma ameaça? – indagou Grumman.
– Interprete
como quiser. – disse Volkner enquanto saia do escritório de
Grumman.
Ao
sair Volkner fechou a porta bem forte fazendo o barulho bem alto.
Quando Volkner tinha terminado de sair, a expressão no rosto de
Grumman mudou, era uma expressão assustadora e macabra, então ele
começou a rir, ele estava rindo descontroladamente.
– Hahahahahahaha!
O Justiceiro Dourado me ameaçando! Já fazia tempo que eu não me
sentia tão…
…Vivo.
By : Zark
TS:05 – Notas do Autor
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Alerta de Spoiler! Leia o capítulo correspondente primeiro!
Primeiro
de tudo, mil desculpas pelo atraso! Peguei uma virose e não deu como
escrever o capítulo, mas já estou melhor e estou postando ele hoje.
Dessa vez o capítulo ficou um pouco mais curto, mas acho que mesmo
estando um pouco menor que o de costume, espero que não seja um
problema. Sem mais delongas vamos ao capítulo!
Com
este capítulo, o remake passou da fic original, na verdade, não dá
para comparar muito bem os dois, já que teve tantas mudanças até
este momento. O capítulo dessa vez, foi mais explicativo, para
mostrar em que situação todos se encontram, será que o retorno da
Equipe Rocket é real? Espero que tenham gostado e estejam entendo
bem direito toda a situação. Muitas informações importantes foram
revelados neste capítulo que serão importantes nos próximos.
Mesmo o
capítulo possuindo alguns momentos interessantes aqui e ali, acho o
que mais deve ter chamado a atenção, foi o dialogo final entre
Volkner e Grumman. O que acham do Grumman, amigo ou inimigo?
Sobre o
nome Von, está palavra realmente existe e significa Esperança em
Islandês.
Dito
tudo isto espero que tenham gostado do capítulo e estejam gostando
da fic, a partir do próximo capítulo as coisas ficaram mais
agitadas, já que os protagonistas estão se movendo para Saffron, a
cidade que nunca para. Tudo de melhor e até mais!
By : Zark
Pokémon ThunderStorm – Capítulo 04
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Cidade
de Sunyshore (Sinnoh), 9 de Junho de 2016.
Diversas
dúvidas passaram pela mente de Volkner. Se ele pudesse encontrar
quem matou Hiroshi poderia vingar seu amigo. A mente de Volkner
estava confusa, ele não conseguia mais raciocinar direito, as únicas
palavras que conseguiram sair de sua boca foram as seguintes:
– Eu
aceitarei a missão.
– Muito
bem, mas antes de ter 100% de certeza que participará da missão eu
gostaria que você participasse de uma reunião na sede da PI de
Kanto, para poder saber mais detalhes da missão. Está de acordo? –
indagou Grumman.
– Sim.
– Foi uma resposta rápida e clara.
– Antes
que eu me esqueça, pode passar o telefone para Irisviel? Tenho algo
a falar com ela.
O
loiro sentiu receio de passar o telefone, não sabia o que Grumman
poderia querer com sua esposa, mas Volkner sabia que o velho o
enrolaria até que fizesse. Por fim, Volkner chamou Irisviel e passou
o telefone para ela. Ao ouvir a voz do outro lado, Irisviel
reconheceu a voz que nunca esquecera.
– Irisviel,
quanto tempo! Você está bem? E suas filhas? Tenho certeza que já
cresceram bastante.
– Grumman,
não me venham com esta enrolação. – reclamou Irisviel. – Me
diga, o que você está querendo de mim?
– Sobre
isso…
Planalto
Índigo(Kanto), 9 de Junho de 2016.
O
estádio estava lotado, a plateia gritava de ansiedade. Na arena,
localizada no centro, uma batalha esteva prestes a começar, dois
treinadores entraram em campo, do lado esquerdo um homem de olhos
verdes e cabelos negros, ele vestia uma calça jeans e uma camiseta
branca. Do lado direito entrava uma garota de aparência bem jovem,
sua pele era bastante clara, era bem baixinha, tinha lindos olhos
azuis cristalinos e seus fios de cabelos eram azuis que nem o céu
estrelado, ela também possuia bochechas rosadas. Suas vestimentas
eram roupas de colegiais, sua camisa era branca, possuía um laço
vermelho amarado em seu pescoço e estava vestindo uma saia curta
cinza com listras brancas. Os dois treinadores se posicionaram e o
juiz, que já estava no campo os aguardados, anunciou:
– Hoje
uma batalha amistosa acontecerá! De um lado o treinador Alvin que
está ganhando essa chance única de batalha contra a campeã da Liga
Índigo, estou falando nada mais nada menos que Celly Fuyuki, a
Campeã Celeste!
A
plateia ia a loucura, a ansiedade era enorme, gritavam o nome da
campeã e comemoravam o início da batalha.
– A
batalha será bem simples, um contra um, sem trocas. O vencedor será
o último de pé. Com as regras já ditas, que a batalha comece!
Os
dois treinadores pegaram e arremessaram suas pokébolas ao mesmo
tempo. Duas silhuetas se formaram e finalmente os pokémons foram
revelados. Do lado da Celly havia um Arcanine e do lado de Alvin, um
Tauros.
– Não
vamos fazer o publico esperar mais! Tauros use Zen Headbutt!
– ordenou Alvin.
Tauros
disparou galopando para cima do Arcanine, seus chifres começaram a
brilhar em azul.
– Arcanine
use Extreme Speed para desviar e depois acerte o
Tauros! – ordenou Celly.
Arcanine
disparou em corrida para cima do Tauros, ao redor de seu corpo uma
ventania se formava, era como se seu corpo tivesse se tornado um
tornado. Tauros galopou para cima do Arcanine tentando acertá-lo,
mas a velocidade do pokémon de fogo era absurda e ele desviou
facilmente. Tauros não desistiu e trocou de direção confiante que
dessa vez o acertaria. Foi então que Arcanine passou correndo pelo
seu lado, causando uma forte pressão, que quase o derrubou, mas
Tauros se manteve firme em pé. Arcanine começou a correr ao redor
do Tauros que já não conseguia mais acompanhar os movimentos do
felino. Em um piscar de olhos, Arcanine correu em direção ao Tauros
o acertando em cheio e o arremessando até a parede do estádio.
– Tauros!
– exclamou Alvin preocupado.
Os
escombros da parede estavam por cima do Tauros, que conseguiu se
levantar e voltar para o campo de batalha.
– O
Arcanine é muito rápido, não vamos conseguir acertá-lo de perto.
Tauros use Stone Edge!
Tauros
levantou suas patas dianteiras e bateu no chão, fazendo diversas
rochas azuis saírem do chão indo em direção ao Arcanine.
– Arcanine
use o Extreme Speed mais uma vez e desvie de todas as
pedras enquanto vai direção ao Tauros para acertá-lo.
Mais
uma vez Arcanine disparou em direção ao Tauros. As grandes rochas
tentavam acertar o Arcanine que com sua extrema velocidade conseguia
desviar de tudo, seja esquivando ou pulando. As rochas o seguiam, mas
isto não adiantavam e sua velocidade superava qualquer desses
obstáculos. Arcanine se aproximava de Tauros para acertá-lo.
– Não
deixe ele chegar perto! Flamethrower! – ordenou
Alvin.
– Arcanine,
Flamethrower também!
A
boca dos dois pokémons se encheram de chamas que foram cuspidas em
direção ao outro. As duas lança-chamas se colidiram criando uma
grande onde de calor que esquentava o estádio inteiro. Nenhum dos
dois pokémons cediam, as chamas se intensificavam dos dois lados,
uma empurrando a outra para seu adversário.
– Arcanine!
– chamou Celly ao olhar em direção aos olhos de seu pokémon que
entendeu o recado.
O
lança-chamas do Arcanine foi ficando mais fraco e a grande onde de
chamas do Tauros a empurrou, acertando o pokémon de fogo.
– Isso!
– comemorou Alvin, mas por algum motivo Celly estava rindo. – O
que é de tão engraçado?
– Você
caiu direto na minha armadilha. – respondeu ela.
Repentinamente,
o corpo do Arcanine começou a brilhar e chamas começaram a envolver
seu corpo.
– O
que está acontecendo? – indagou Alvin.
– Está
é a habilidade do Arcanine, Flash Fire. O Pokémon que
possui ela ao receber um dano de algum ataque do tipo fogo, a
habilidade se ativa, assim tornando o usuário imune a fogo e
aumentando o seu poder de golpes do mesmo elemento. – explicou
Celly. – Você devia ter estudado mais. Agora, você está ferrado,
vou por um fim nisso! Arcanine use Flare Blitz!
Arcanine
começou a correr e ao redor de seu corpo chamas forma formadas,
parecendo um parafuso que cortava o campo com suas chamas.
– Tauros,
pare ele com Stone Edge.
O
pokémon touro bufou e rochas foram invocadas do chão. Elas
colidiriam com o Arcanine, que correu em direção a rocha a
perfurando e derretendo com seu corpo. Arcanine estavam na frente do
Tauros preparado para acertá-lo.
– Tauros
use Giga Impact! – exclamou Alvin desesperado ao ver
a grande onde de calor na sua frente.
Uma
aura branca com chamas amarelas se formaram ao redor do corpo do
Tauros quando ele começou a correr em direção ao Arcanine com seu
corpo flamejante. Os dois quadrupedes se colidiram causando um grande
explosão que tremeu o estádio, algo que deixou muitos com medo, mas
felizes com a batalha. A grande cortina de fumaça que formara
começou a dissipar-se e por fim o vencedor foi revelado.
– Tauros
está fora de combate! A vencedora é a Campeã Celly Fuyuki e seu
Arcanine!
Gritos
ecoaram pela multidão, a emoção era grande.
– Você
foi muito bem Arcanine. – disse Celly acariciando seu pokémon no
meio do campo.
Cidade
de Lumiose (Kalos), 9 de Junho de 2016.
Lá
estava Augustine, dentro de uma cela escura e fria, era bem pequena,
tinha apenas uma cama dentro dela e na parede havia uma janela cheia
de grades, mas que era impossível de fechar, ela ficava ventando bem
forte e deixava aquela cela um gelo. Augustine estava deitado na cama
entendiado, não conseguia aguentar esperar mais e gritou para o
policial que estava guardando sua cela:
– Brutus,
cadê a Sophie? Ela está demorando muito, já faz um dia que estou
preso nessa cela! Você não disse que ligaria para ela?
O
policial brutamontes ouviu o grito de Augustine e respondeu:
– Eu
já liguei para ela, mas ela disse que está de saco cheio de ficar
vindo aqui te soltar. Ela também disse que vai ser bom para você
ficar preso por mais tempo e repensar suas ações.
– Repensar
minhas ações? Você não está entendendo, eu e Rumiho somos almas
gêmeas é amor verdadeiro, se eu pudesse voltar no tempo faria tudo
de novo!
A
voz de Augustine ecou por toda a cela, foi então que algum policial
apareceu segurando um telefone e dizendo que era para Augustine.
Brutus disse que ele não estava em condições de receber
telefonemas, mas o policial disse que era importante e Brutus cedeu
dando o telefone para Augustine, que agarrou o telefone rapidamente e
exclamou nele:
– Rumiho!
Minha amada! Sabia que você não poderia esquecer de mim! Esperei
por você por todo esse tempo! Eu disse que eramos almas gêmeas!
Vamos nos casar!
Augustine
estava emocionado e animado, mas essas emoções foram jogadas no
lixo quando uma voz masculina e velha falou através do telefone:
– Sycamore,
eu nunca imaginei que você tinha essas emoções por mim, muito
obrigado, mas você acabou confundindo o meu nome.
– Eu
não estava falando de você! Estava falando de minha doce amada.
– Que
decepção.
– Desculpe,
mas quem é você mesmo?
– O
que? Você não conhece reconhecer minha, estou me sentindo ofendido.
Sou eu Grumman!
– A…
claro …Grumman … Não me lembro de você.
– Estou
me sentindo cada vez mais ofendido. Eu sou Grumman da Polícia
Internacional, você me conheceu quando Volkner pediu sua ajuda com
umas pesquisas em Hoenn.
– Grumman!
Verdade, tinha me esquecido de você, mas não se preocupe já me
lembrei. Mas o que te faz me ligar?
– Eu
queria te convocar para uma missão.
Cidade
de Mossdeep (Hoenn), 9 de Junho de 2016.
Steven
estava em em seu quarto de pesquisa observando suas pedras com muito
cuidado, prestando atenção nos máximos detalhes, sua determinação
era enorme quase não chegava as piscar. Com muito cuidado ele mexia
nas pedras e anotava num bloco os que percebia. Foi então que Elesis
bateu na porta e anunciou:
– Mestre
Steven, tem alguém querendo falar com o senhor no telefone!
– Diga
para ele que estou ocupado! - Steven gritou para a porta.
– Mas
ele disse que é muito importante! - insistiu Elesis.
Steven
respirou fundo, parou de fazer o que estava fazendo e disse:
– Entre
logo e me dê o telefone.
Elesis
entrou no quarto e gentilmente entregou o telefone ao Steven, que lhe
deu uma bronca por não estar lavando as pedras deles e mandou ela
fazer isso urgentemente se não seria demitida. Elesis ficou
assustada e voltou logo para seu trabalho. Quando ela saiu, Steven
pegou o telefone e indagou:
– Alô?
Quem é o infortunado que está me atrapalhando?
– O
infortunado cheiroso sou eu que estou falando, Grumman! – respondeu
Grumman.
– Grumman?
Claro, só podia ser você. O que você quer dizer que é tão
importante para me interromper enquanto estou trabalhando? –
questionou Steven.
– Vamos
em partes…
Cidade
de Goldenrod (Johto), 9 de Junho
de 2016.
Itaru
estava em seu quarto junto com seu Pokémon, eles estavam mexendo no
computador.
– Para
vencer a Competição dos Draconianos eu preciso montar meu
personagem com as melhores habilidades, armas e armaduras. –
comentou Itaru concentrado. - O que você acha dessa?
Ele
apontou para uma luva de diamante dentro do jogo.
– Yama
yama. – Hariyama fez um gesto que queria dizer boa escolha.
Enquanto
os dois montavam o avatar de Itaru para a competição o telefone
tocou.
– Quem
será que é? - Itaru perguntou a si mesmo.
Ele
pegou o telefone e atendeu:
– Alô,
quem é?
– Itaru,
aqui é Grumman, o líder da sede de Kanto da Polícia Internacional.
– respondeu a voz que Itaru ouviu no telefone.
Ao
ouvir o nome, Itaru ficou preocupado e tentou terminar a conversa:
– Polícia
Internacional? Acho que ligou errado. Eu não fiz nada. Tchau.
– Não
desligue ainda! – pediu Grumman. – Tenho algo muito importante
para falar.
– Já
disse, eu não fiz nada. – falou Itaru assustado.
– Não
é o que você fez, e sim o que eu quero que você faça.
– Como
assim?
– Jovem
Itaru, eu preciso de um hacker e eu sei que você é um dos melhores.
– Ha...cker?
Você está enganado, eu não sou um hacker nem nada disso. Sou
apenas um gordo que fica jogando jogos o dia todo. – Itaru se
assustou ao ouvir o que Grumman falou e tentou desvia a conversa.
– Não
minta para mim, eu sei que você hackeou os servidores da PI quando
tinha vinte anos, mas sua mãe aceitou a culpa e foi presa no seu
lugar. – contou Grumman.
– Não
me prenda, por favor! – exclamou Itaru.
– Não
estou aqui para te prender, já te disse que preciso de sua ajuda.
– Mas
ajuda para que?
– Muito
bem, explicarei a situação.
Cidade
de Lumiose (Kalos),
9
de Junho de 2016.
Rumiho
estava com Azusa em seu camarim tirando suas orelhas de gato e sua
roupa de empregada, Azusa estava colocando sua roupa casual para ir
embora, as duas estavam conversando sobre o Maid Café:
– Azusa,
quantos clientes nos tivemos hoje? – indagou Rumiho ao fitar os
olhos de sua amiga.
– Não
sei o número direito, mas Tsukiko disse que os nossos clientes estão
abaixando, que estamos com muitas dívidas e se isso continuar vamos
ter que fechar o Maid Café. – respondeu Azusa com tom de voz bem
triste.
– Não
fique triste Azusa, eu prometo que vou conseguir o dinheiro e não
vamos ter que fechar o Maid Café.
– Se
Rumiho diz, Rumiho compre. Acredito em você, afinal esse é seu
lema. – comentou Azusa terminando de vestir sua roupa. – Bem, já
vou indo. Nos vemos amanhã?
– Nos
vemos amanhã.
Azusa
saiu do camarim e Rumiho terminou de tirar suas roupas e procurou
pela sua roupa casual para vestir, depois de vesti-la seu celular
toca. Ela olha o nome que está escrito e ver “Grumman”.
– O
que ele quer dessa vez? – Rumiho perguntou a si mesma enquanto
atendeu a ligação.
Cidade
de Sunyshore (Sinnoh), 11 de Junho de 2016.
Volkner
e Irisviel estavam fitando a porta de sua casa enquanto esperavam
suas filhas e Aloutte. O dia estava bastante claro e o sol brilhava
fortemente, estavam indo para a sede da Polícia Internacional em
Kanto, mas antes precisavam se despedir. Depois de um certo tempo
suas filhas e Aloutte vieram se despedir em frente a porta.
– Mestre
Volkner, mestra Irisviel, eu trouxe as meninas para se despedirem. –
anunciou Aloutte.
– Muito
obrigado, Aloutte. – agradeceu Volkner.
– Papai,
mamãe! - disseram as duas meninas juntas. – Vamos sentir saudades.
– Nos
também vamos, Illya e Elesa. Mas não se preocupem papai e mamãe
vão voltar assim que puderem e vamos ligar sempre. – prometeu
Irisviel sorrindo lidamente enquanto olhava para suas filhas.
– Sua
mãe esta certa, voltaremos o mais rápido possível, então não se
preocupem, vocês sabem que nos amamos muito as duas.
– Nos
também amamos muitos vocês. - disseram as meninas.
– Aloutte,
tome conta delas enquanto estivermos fora. – pediu Volkner.
– Vou
cuidar, mestre Volkner. – concordou Aloutte.
– Aloutte,
também vou sentir saudades de você, se lembre que se algo acontecer
ou precisa de algo é só ligar. – falou Irisviel enquanto abraçava
Aloutte.
– Sim
mestra Iri, vou cuidar muito bem das duas e certamente sentirei
saudades. – revelou Aloutte.
– Al,
você sabe que não precisa nos chamar de mestres, afinal nos
conhecemos desde de pequenas.
– Vou
tentar Iri.
– É
um começo. – comentou Volkner.
Todos
se abraçaram e se despediram, as meninas começaram a chorar de
saudades, mas Irisviel e Aloutte conseguiram fazê-las pararem.
Depois da despedida, Volkner abria a porta para sair de sua casa
junto com Irisviel, mas antes de sair ele ficou fitando a saída por
muito tempo, não sabia quando voltaria, mas ele nunca imaginaria que
o que estava preste a acontecer e que talvez ele nunca mais chegasse
a abrir aquela porta novamente.
Ao
sair de sua casa, olhou para sua esposa e indagou:
– Iri,
tem certeza que quer fazer isto?
– Volks,
você sabe que sim. Não acho certo deixarmos nossas filhas sem nem
um pai ou uma mãe, mas se está missão for realmente perigosa e
tiver algo a ver com o assassinato de Hiroshi como Grumman disse, eu
tenho certeza que me arrependerei se deixar você ir sozinho. Além
do mais, se eu não for quem é que vai cuidar de você? – disse
Irisviel.
– Você
sabe que eu já sou bem crescidinho, não é?
– Por
fora sim, mas por dentro continua sendo uma criança! – sorriu
Irisviel. – Mas este é um dos motivos do porquê eu te amo!
Cidade
de Lumiose (Kalos),
11
de Junho de 2016.
Rumiho
estava no aeroporto de Lumiose esperando o seu voo, tinha chegado
cedo para fazer o check-in e despachar sua bagagem, mas agora ela
estava ficando entediada, não tinha nada para fazer sentia sono, mas
não queria dormir, pois podia perder o seu voo. Elas estava sentindo
seus olhos fechados, tentava resistir a tentação, mas o esforço
foi em vão, seus olhos se fecharem e ela começou a dormir. Dormiu
por algum tempo, mas sentiu algo tocando os seus lábios, foi abrindo
seus olhos devagorosamente, quando viu que estava acontecendo tomou
um susto. Um homem de cabelos pretos, olhos cinzas e que vestia um
jaleco branco a estava beijando. Ela corou e empurrou o homem com
toda força enquanto gritava e gaguejava:
– O..o...qu...e....vo....cê...
esta fazendo?
– Querida
Rumiho, finalmente nos encontramos novamente! – exclamou o homem
que fitou os olhos de Rumiho enquanto sorria.
– Augustine!
– berrou Rumiho. – O que você pensa que estava fazendo?
– Eu
estava te beijando. – respondeu Augustine. – Quer outro beijinho?
– Suma
daqui! Eu pensei que você tinha sido preso.
– Não
se preocupe minha querida, eu já fui preso várias vezes e serei
preso muitas outras no futuro, mas agora eu sou um homem livre!
– Deviam
ter te deixado preso.
– Rumiho,
não precisa ter vergonha você sabe que eu gosto de você. Vem cá e
me dá outro beijinho – pediu Augustine enquanto fazia biquinho.
– Eu
já disse para sumir daqui! – berrou Rumiho enquanto empurrava
Augustine para longe.
– Não
te entendo, primeiro me beija, agora quer que eu vá embora? Mulheres
são realmente complicadas.
– O
que! Eu não te beijei, você se aproveitou de mim, que estava
indefesa enquanto dormia e saiu me beijando!
– Mas
você gostou não foi?
– Hum?
– Rumiho corou e começou a gritar – Claro que não seu idiota!
Sai daqui se não vou chamar a policial.
– Receio
que você não possa fazer isso. Eu estou numa missão secreta muito
importante que pode mudar o rumo do mundo.
– Você?
Pare de mentir e saia logo daqui!
– Parece
que não vai acreditar em mim. Mas antes de eu ir, gostaria que você
me dissesse onde eu posso pegar esse voo. Estou meio perdido. –
pediu Augustine enquanto mostrava sua passagem.
Rumiho
segurou a passagem e olhou para ela, quando viu o número do voo, ela
soltou um berro:
– Impossível!
– O
que foi, Rumiho?
– Você
está no mesmo vou do que eu. Além disso o seu lugar é do lado do
meu.
– Esplendido!
Quer dizer que vamos juntos para Planalto Índigo.
Depois
de ouvir o que Augustine disse Rumiho percebeu uma coisa, mas ela se
recusou a acreditar. Para ter certeza se o que ela temia era real,
ela fez uma pergunta a Augustine.
– Augustine,
essa missão que você falou, tem alguma coisa relacionada à reunião
na sede da Polícia Internacional de Kanto?
– Sim,
como você sabia?
– Eu
sabia porque também vou participar dela. – comentou Rumiho
tristemente enquanto pensava que a vida as vezes era injusta.
Planalto
Índigo(Kanto), 11 de Junho de 2016.
Volkner
e Irisviel já tinha chegado na sede da PI de Kanto, que fica
localizada no Planalto Índigo ao lado da Liga. Os dois estavam
dentro da sala onde seria a reunião, ela era espaçosa tinha uma
mesa retangular grande no meio, onde havia 10 cadeiras, oito nas
pontas e uma em cada cabeceira, a mesa era feita de carvalho, assim
como as cadeiras que também eram acochadas. Na sala também podia se
ver um telão enorme no lado oposto da porta atrás de uma das
cabeceiras da messa. A sala era iluminado por um lustre enorme que
ficava bem acima da mesa. Volkner e Irisviel estavam sentados no lado
direito da mesa, um do lado do outro enquanto esperavam pelo início
da reunião.
Depois
de esperar por um longo tempo, Volkner já estava cansado de esperar
e queria ir no banheiro, não aguentava segurar mais. Antes de sair
ele avisou para Irisviel onde ia e foi procurar o banheiro. Quando
saiu da sala, viu um corredor enorme cheio de portas que ele não
sabia a onde o levariam, então procurou por alguém para saber aonde
era o banheiro, descobrindo saiu correndo, já estava muito apertado,
mas quando foi virar para o corredor do lado se esbarrou com alguém,
derrubando a pessoa e a si mesmo.
…
No
grande portão da entrada da sede da Polícia Internacional, Celly
estava ali tentando entrar, mas os guardas não deixavam.
– Senhorita,
aqui não é lugar para crianças! É bom você procurar seus pais e
voltar para casa. – ordenou um dos guardas.
– Eu
não sou uma criança, seu idiota! Eu já sou bem crescida! Agora, me
deixe entrar!
– Não
podemos fazer isto, eu já disse, este lugar é restrito, apenas
pessoal autorizado pode entrar. – explicou o homem.
– Me
chamaram aqui! É melhor você deixar eu entrar por este portão, se
não…
– Se
não, o que? Vai começar chorar e chamar o papai! – debochou o
homem que começou a rir.
– Eu
vou te matar, seu desgraçado. – Celly pulou em cima do guarda e
começou a morder seu braço.
– Me
largue! Está doendo sua criança maldita!
– Eu
já disse que eu não sou uma criança! – reclamou Celly enquanto
mordia o braço do guarda com mais força. Ele mexia o braço
tentando tirar a garota, mas ela era resistente e não soltava.
– O
que está acontecendo aqui? – indagou uma velha senhora que acabara
de chegar. Ela tinha cabelos loiras e olhos negros. Vestia um
uniforme roxo com um avental branco e se apoiava num cajado para
andar.
– Professora
Agatha! – exclamou Celly ao soltar o braço do guarda.
– Ainda
bem que você chegou, senhora Agatha da Elite dos Quatro. Esta menina
ficou louca, estava querendo entrar na sede da PI e por causa de eu
não ter deixado mordeu me braço. – contou o homem.
– Não
se preocupe com isso, ela foi convocada para comparecer numa reunião.
– revelou Agatha.
– Sério?
Uma criança que nem ela foi chamada pelos superiores? – indagou o
homem.
– Não
me chame de criança! – trovejou Celly que foi ignorada.
– Ela
pode ser uma criança, mas é a campeã da Liga Índigo, Celly
Fuyuki.
O
guarda pareceu surpreso, se desculpou com Celly e deixou ela entrar,
que logo em seguida, deu língua para ele.
– Você
me ajudou muito, professora Agatha! – agradeceu a campeã.
– E
você devia se controlar mais, não pode sair por ai mordendo os
outros. – reclamou Agatha.
– Desculpe-me,
é que odeio ser subestimada por ser mais nova e pequena.
– Tudo
bem, mas se lembre que eu sou sua guardiã, então sou responsável
por você. Se fizer alguma besteira, sou eu que levarei bronca.
– Está
certo, professora Agatha. – Celly parecia incomoda com algo. –
Tem uma coisa que quero te perguntar?
– É
sobre o desaparecimento de seu avô, não é?
Celly
concordou.
– Celly,
não quero mentir para você. Não conseguimos nenhuma pista, não
sabemos aonde ele esteja, nem o que aconteceu com ele. Mas prometo
que faremos o máximo para encontrá-lo! Por isso, me desculpe. –
Agatha curvou-se para Celly.
– Não
precisa disso tudo. Pode se levantar. – pediu Celly. Logo sua
expressão ficou triste. – Eu entendo a situação, fico um pouco
triste, mas confio em você! Sei que encontrará meu avô.
As
duas conversaram mais um pouco e se separaram, Agatha explicou para
Celly o caminho para a sala onde ela deveria ir. Celly continuo
caminhando por dentro daquela sede enorme, rumo a sala de reuniões
que a esperava, foi então que um homem loiro virou o corredor e
colidiu-se com seu corpo.
– Ai,
minha cabeça. – reclamou Volkner.
– Seu
maldito! Olhe por onde anda! – reclamou Celly.
Quando
Volkner abriu os olhos, viu Celly caída ao seu lado, como a saia da
menina era muito curta, ela havia se levantado e Volkner viu logo de
cara a calcinha que a Celly vestia, uma calcinha branca com listras
azuis. Quando a garota percebeu o que tinha acontecido ela corou
tanto que seu corpo inteiro ficou vermelho, ela ficou com raiva e
chutou a cara de loiro para longe.
– O
que está acontecendo? Achei que coisas assim, só acontecessem em
filmes clichês! – pensou Volkner.
Quando
ele tomou a consciência e olhou para a Celly, ela já estava de pé
com um olhar envergonhado e meio ameaçador no rosto.
– O
que você pensa que está fazendo! Olhando para a calcinha de uma
jovem garota que nem eu! Seu tarado! – berrou Celly.
– Foi
sem querer eu juro.
– Então
passe a prestar mais atenção!
– Me
desculpe, prometo que vou.
– Muito
bem então.
Esse
momento tinha sido estranho para Volkner, se Irisviel descobrisse o
que tinha acontecido ele estaria em apuros, mas então ele percebeu
algo estranho. O que estaria uma garota tão jovem fazendo na sede da
PI, ela era muito jovem para poder ser uma agente.
– Desculpe
querer te incomodar, mas você não deveria estar aqui. – comentou
Volkner
– O
que você quer dizer? – indagou Celly.
– Bem,
aqui é a sede da PI, um local para adultos e não crianças, você
não deveria estar aqui. Não sei como você entrou, mas você deve
ir embora logo.
– Eu
não sou uma criança! Já tenho 14 anos e já estou bem crescida! –
berrou Celly.
– Mas
de qualquer jeito você não é adulta, para participar da PI, você
tem que ter no mínimo 18 anos. Me diga aonde você morra que vou
mandar alguém te levar. – explicou Volkner.
– Só
porque ainda não tenho 18 anos, não quer dizer que não sou uma
adulta. Você não vai me levar para lugar nenhum.
– Você
é bem complicada, me diga o número de seus pais que eu ligo para
eles virem te buscar.
– Eu
não vou, não quero e não posso.
– Por
que não pode? Não sabe o número deles, se for isso é só dizer
seu nome que alguém aqui deve descobrir. Tenho certeza que seus pais
devem estar bem preocupados.
– Isso
não vai adiantar. Meus pais morreram, a única pessoa que tenho que
posso chamar de família é meu avô, mas ele está desaparecido no
momento. – O tom de voz dela mudou, estava triste e sombrio. Seus
olhos começaram a lacrimejar. – Desculpe-me, acho que falei
demais.
Apos
dizer isso a garota começou a correr para longe enquanto
choramingava.
– Eu
sinto muito, espere um momento! – pediu Volkner ao tentar segui-la.
…
Irisviel
continuava na sala de reunião sozinha, estava começando a ficar
preocupada, pois Volkner estava demorando muito. Quando finalmente
decidiu sair para procurá-lo, alguém entrou pela porta. Era um
jovem meio gordo e desengonçado, ele entrou na sala e ao ver aquela
linda mulher que era Irisviel, ela parou de caminhar e sentiu que
estava vendo um anjo.
– Boa
tarde! – cumprimentou Irisviel.
– Bo..a…tarde.
– gaguejou ele.
– Grumman
também te convocou? Me chamo Irisviel. Qual o seu nome?
– Irisviel,
um nome lindo para um lindo anjo. – pensou Itaru.
– Eu
me chamo Itaru. – gaguejou mais uma vez.
– Itaru
… Certo, não vou esquecer. Você trabalha na PI há quanto tempo?
– Eu
nunca trabalhei, Grumman apenas me pediu para vir a essa reunião.
– O
que? Quer dizer que você ele te chamou mesmo sendo um civil comum.
Só aquele velho, para fazer isso. – comentou Irisviel. – Já que
você não trabalha na PI, em que você trabalha? Eu já trabalhei na
PI, mas agora sou uma médica. O que você faz?
– Eu
bem, é estranho dizer isso, mas eu ganho dinheiro jogando jogos,
acho que pode dizer que esse é meu trabalho. – contou Itaru meio
envergonhado com o fato.
– Trabalha
jogando jogos. Não sabia que dava para ganhar dinheiro assim.
Grumman realmente escolheu pessoas diferentes. – riu Irisviel, não
do fato, mas da novidade.
Ao
ouvir a risada de Irisviel o coração de Itaru palpitava era muito
lindo o que ouvia e via.
– Aposto
que meu marido vai gostar de você. – falou Irisviel quando
terminou de rir.
Marido,
essa palavra ecou pela mente de Itaru, ele olhou para a mão de
Irisviel e viu em seu dedo uma aliança, foi nesse momento que sua
curta paixão por Irisviel tinha acabado. Mas mesmo assim ele não
podia deixar de gostar de ver aquela linda mulher sorrindo.
…
Volkner
estava procurando pela menina que ele havia se esbarrado, mas não
conseguia encontrá-la. Foi quando ele ouviu um grito de socorro e
percebeu que aquela era a voz de Celly, saiu correndo em direção ao
grito e quando chegou ao local viu o que tinha acontecido. Ela estava
caída no chão e uma pedra do sol estavam quebrada ao seu lado, mas
o mais importante e o motivo da garota pedir por ajuda era Steven,
que estava com seus olhos ardentes em chamas, alguns diriam que ele
estava possuído por um espírito maligno, mas não, este realmente
era o Steven. Apos ter visto ele, Volkner logo entendeu o que tinha
acontecido.
– O
que você fez! Sua menina destruidora de pedras! Eu vou acabar com a
sua raça! Desgraçada! – Steven gritava furiosamente para Celly.
– Me
desculpe, foi sem querer, eu não queria me esbarar com você.
– O
mundo dá voltas. – pensou Volkner.
– Desculpas
uma ova! Você destruiu minha pedra do sol, agora eu vou destruir
você. – berrou Steven enquanto chegava mais perto da garota.
– Me
desculpe! – gritou a garota desesperada e morrendo de medo.
Steven
chegava mais perto da garota, mas foi interrompido por Volkner.
– Steven
tenha calma! Eu vou te dar uma nova pedra do sol. Não precisa ficar
tão bravo. – prometeu Volkner enquanto segurava Steven.
– Volkner?
Não sabia que estava aqui, não te vejo desde de Hoenn. Obrigado por
oferecer uma pedra do sol, mas não importa essa garota tem que
pagar.
– Disse
para ter calma, se uma pedra não é suficiente te darei duas. –
ofereceu Volkner.
– Está
bem. – concordou Steven se soltando de Volkner e caminhando para
longe.
– Steven!
– Volkner o chamou.
– O
que foi? – indagou ele.
– Foi
Grumman que te chamou?
– Sim,
e aposto que ele também te chamou. – respondeu Steven.
– Acho
que ganharia esta aposta.
Steven
voltou a caminhar para longe. Quando já não o podia ver, Volkner
ajudou a jovem garota a si levantar.
– Você
está bem? – indagou Volkner.
– Sim.
– respondeu Celly.
– Olhe,
eu queria me desculpar por antes. Eu não sabia sobre seus pais.
– Não
tem problema, você me salvou agora.
– Sabe,
eu também perdi os meus pais quando era jovem, então sei que é
difícil.
– Sinto
muito. – disse Celly.
– Não
precisa se preocupar, já superei isso.
A
garota olhou para o corredor e disse.
– Que
homem assustador, aquele cara.
– É
sim.
Os
dois começaram a rir.
– Sabia
que ele é o ex-campeão de Hoenn? Steven é um treinador muito
forte, mas largou o posto de campeão para buscar novas pedras pelo
mundo. – contou Volkner.
– Que
motivo idiota. – debochou Celly.
– É
verdade, mas este é o Steven. Um cara assustador e estranho.
– Pode
apostar. – riu Celly junto a Volkner.
– Por
que você está aqui? Quero dizer por que uma garota tão jovem está
aqui? – indagou Volkner.
– Assim
como você, Grumman me pediu para vir. – respondeu garota.
– O
que aquele velho maldito fez? Chamar uma de menor para uma missão
que ele disse ser tão perigosa!
– Não
precisa ficar assim, afinal esse é meu dever.
– Dever?
Do que está falando?
A
garota com uma expressão de orgulhou falou.
– Eu
sou Celly Fuyuki, a atual campeã Liga Índigo, sou mais conhecida
com a Campeã Celeste.
– Campeã?
– Volkner não acreditou.
– Isso
mesmo! E como campeã, tenho que participar das reuniões mais
importantes sobre Johto e Kanto.
– Ainda
não acredito.
– Só
por que eu sou muito nova?
– Não,
é porque eu nunca imaginei que a campeã da liga índigo fosse uma
garota tão fofa e bonita que nem você.
A
garota corou tanto que sua suave pele branca ficou vermelha assim
como a lua em um eclipse. Volkner riu da expressão de Celly, os dois
continuam conversando e rindo juntos. Talvez naquele momento eles não
soubessem, mas aquela amizade que acabava de se formar mudaria não
apenas seus destino, mas o destino de todos aos seus arredores.
…
Irisviel
e Itaru continuavam na sala da reunião esperando pelos outros, ela
continuava sentada numa cadeira do lado direito e ele se sentava numa
cadeira do lado esquerdo, continuavam conversando e descobrindo cade
vez mais um pouco da vida do outro. A porta finalmente abriu e quem
chegou não foi Volkner como Irisviel esperara e sim Steven.
– Steven,
você também foi chamado por Grumman? Realmente esse velho é
estranho. – confirmou Irisviel.
– Irisviel,
você também está aqui. Isso facilita as coisas, lembre Volkner que
ele me deve duas pedras do sol. – pediu Steven.
Irisviel
pareceu surpresa e sem entender direito, mas não tentou pensar
muito.
– Esse
é o seu marido? – indagou Itaru.
– Não!
Está maluco! - Irisviel gritou rapidamente. - Ele é apenas um
conhecido.
– E
você quem é? – perguntou Steven fitando Itaru.
– Eu
me chamo Itaru, muito prazer.
– Acho
que você vai ter mudar essa última parte. – comentou Irisviel bem
baixinho.
Mais
uma vez o som da porta abrindo ecou na sala, mas dessa vez entraram
duas pessoas. Um homem usando um jaleco branco e uma mulher de olhos
e cabelos rosas. Os dois entraram discutindo, na verdade parecia que
a mulher estava discutindo com uma porta, pois o homem nem prestava
atenção. Ele fez um sinal para ela parar de falar e olhou para
todos naquela sala e disse.
– Maravilhoso!
Finalmente chegamos! Para os que não sabem, eu sou Augustine
Sycamore.
– Augustine?
Você também foi convocado por Grumman? – questionou Irisviel.
– Irisviel,
você acertou. Faz muito tempo que não nos encontramos. Como você
está? E suas filhas estão bem?
– Sim,
obrigada por perguntar. – respondeu Irisviel.
– Você
também conhece ele? Filhas? – indagou Itaru.
– Sim,
ele é primo do meu marido. – respondeu Irisviel.
– De
segundo grau, querido. – Augustine piscou para Itaru que sentiu um
frio na espinha.
Rumiho
ao perceber que estava sendo deixada de lado tentou entrar no meio da
conversa.
– Estão
esquecendo que eu também estou aqui. – reclamou Rumiho frustrada.
– Me
desculpe, me chamo Irisviel. Qual seu nome?
– Eu
me chamo … – Rumiho foi interrompida por Itaru.
– Você
a não conhece, ela é a Deusa dos Maid Café, super famosa e linda.
Um dos meus sonhos é ir em seu Maid Café em Kalos e ouvir sua linda
voz. Ela é conhecida como Rumiho, a maid perfeita! - disse Itaru
super empolgado.
– Quer
dizer que você é famosa assim. – disse Irisviel a admirando.
– Não
é pra tanto. - falou Rumiho humildemente.
– Além
disso tudo, ela também é a minha namorada. Vamos nos casar em
breve. – comentou Augustine.
– Namorada?
Vão se casar? – exclamou Itaru deprimido, outro de seus sonhos ia
por aguá abaixo no mesmo dia.
– Nada
disso, eu nunca seria namorada de um lixo pervertido que nem você! –
berrou Rumiho se referindo a Augustine.
A
chama do sonho de Itaru se acendera novamente.
– Você
se esqueceu do nosso beijo no aeroporto? – indagou Augustine.
– Beijo?
– falou Itaru deprimido novamente.
– Aquilo
não foi minha culpa, foi um abuso seu. – reclamou Rumiho.
Os
dois continuaram a discutir por um tempo, mas Irisviel consegui
fazê-los pararem de brigar. Todos se sentaram e se apresentaram.
– Irisviel,
já que você está aqui, ele também deve estar não é? – indagou
Augustine.
– Sim,
você está certo.
– A
quem vocês estão se referindo. – perguntou Rumiho.
– O
famoso marido de Irisviel, Volkner Misaka… – respondeu Augustine.
– Quem?
– Muitos
não o conhecem pelo verdadeiro nome, pois ele ficou conhecido por
outro. Um nome que traz terror até os mais bem preparados…
Justiceiro Dourado! – gritou Augustine.
– Justiceiro
Dourado? – repetiu Rumiho com medo.
– Eu
li que ele é uma criatura gigante, monstruosa e sem coração. Dizem
que ele sempre mata todos os que entram em seu caminho e também os
seus companheiros de sua missão. – disse Itaru com tremendo de
medo.
– Onde
você leu isso? – questionou Irisviel.
– Na
Internet. – respondeu Itaru.
– Não
se preocupem, aqui nesta sala os únicos que o não conhecem é você,
você e você. - Disse Augustine apontando para Itaru, Rumiho e
Steven.
– Na
verdade, eu o conheço. E Ele me deve duas pedras do sol. – contou
Steven.
– OK…
Então os únicos que não conhecem são você dois. – falou
Augustine.
Foi
então que eles ouviram a porta abrindo novamente.
– Ele
está vindo! A criatura gigante, monstruosa e sem coração! Se
preparem! – alertou Augustine.
A
porta estava abrindo devagorosamente, uma sombra entrava por ela.
Rumiho e Itaru estavam temendo quem ou o que entraria por ela, mas ao
a sombra ficar mais clara e visível, eles não foram os únicos que
se surpreenderam. Quem entrou na sala foi Volkner, mas ele não
estava sozinho, Celly estava entrando junto, o segurando pelo braço
e escondendo parte do seu corpo atrás do de Volkner.
– Parece
que chegamos a tempo. – comentou Volkner.
– Irisviel,
esse é o seu marido? Volkner? Justiceiro Dourado? – questionou
Itaru.
– Sim.
– respondeu ela.
– Parece
que minhas fontes na Internet estavam eradas. – disse Itaru.
Volkner
parecia estar relaxado até ver a expressão assustadora de sua
esposa.
– Volkner
Misaka, eu poderia saber quem é essa garota o acompanhando e o
porquê você demorou tanto? – indagou Irisviel com um sorriso
maquiavélico.
– Não
é nada do que está pensando. – alertou Volkner. – Vamos Celly,
se apresente!
– Mas
eu estou com medo dele. – contou Celly ao apontar para Steven.
– Não
se preocupe, eu já resolvi isso. É só não ficar encarando ele.
– Está
bem.
A
garota soltou o braço de Volkner e se apresentou fazendo uma
referência.
– Eu
me chamo Celly Fuyuki, sou a atual campeã da liga Índigo, prazer em
conhecê-los.
– Maravilhoso!
Esplendido! Estou apaixonado! Que garota linda! Vamos nos casar!
Venha cá doçura! – gritava Augustine de emoção.
– Me
protege! – pediu Celly enquanto agarrava o braço de Volkner mais
uma vez.
– Droga,
deixei minha guarda baixa, nunca imaginei que Augustine estaria aqui
também. – pensou Volkner.
– Augustine,
meu primo. Faz um bom tempo que eu não te vejo, engraçado que a
primeira coisa que eu quero fazer é te mandar ir embora. – contou
Volkner.
– Meu
priminho do meu coração, aonde foi que você encontrou essa
beldade? – indagou Augustine enquanto mandava beijos para Celly.
– Você
está a assustando. – avisou Volkner.
– Me
desculpe, mas você ainda não respondeu minha pergunta.
– Bem,
eu estava indo para o banheiro, mas me esbarrei com ela, cai no chão
e quando eu abri os olhos eu vi a … – Volkner fez uma pausa,
percebendo que tinha falado demais.
– Vi
o que, querido? – indagou Irisviel.
– Nada
não. – respondeu Volkner.
– Celly,
certo? O que aconteceu depois? Eu sou a esposa dele, então mereço
saber, não acha? – indagou Irisviel.
– Está
certo, vou contar. Quando nos esbarramos e eu abri os olhos, ele
estava olhando para minha... calcinha. - disse Celly toda corada.
– Estou
morto! – pensou Volkner.
– O
que? – Todos se perguntaram, menos Steven, que não estava ligando.
– Devia
imaginar, tal primo tal o outro. – comentou Rumiho.
– Isso
é injustiça! Eu que deveria ver a calcinha dela! – reclamou
Augustine.
– Volkner
Misaka! – exclamou Irisviel furiosamente.
– Esperem,
não é o que você estão pensando. Foi um acidente! – disse
Volkner.
Depois
de algum momento de discussão, Volkner conseguiu explicar o
ocorrido, se apresentou a todos e se sentou. Na mesa no lado direito
estavam sentados Irisviel, Volkner e Celly. Do lado direito estavam
sentados Itaru, Steven, Rumiho e Augustine.
– Nunca
imaginei que o tão temido Justiceiro Dourado seria alguém assim.
Achei que ele seria um cara assustador ou coisa do tipo. – contou
Rumiho para Irisviel enquanto ria.
-
É assim que as pessoas pensam que ele é. Mas se você o conhecer
como conheço saberá que ele tem um coração muito doce. - disse
Irisviel para Rumiho.
Enquanto
esperavam a reunião começar eles ião se conhecendo melhor. Todos
já estavam ficando cansados de esperar.
– Cade
Grumman que não chega nunca? – indagou Volkner.
– Ele
é assim mesmo, sempre se atrasando. Mas não se preocupe ele irá
vim. Eu conheço muito bem ele para saber que ele só chega 30
minutos depois do combinado. – falou Rumiho.
– Como
você sabe? – indagou Volkner.
– Eu
sei disso, porque ele é meu pai. – respondeu Rumiho.
– Pai?
– Todos se surpreenderam incluindo Steven.
Então
a porta que estava um bom tempo fechada finalmente abriu-se e quem
entrou foi o velho que havia chamado todo mundo para a missão, além
dele, uma mulher jovem de cabelos negros entrou também. Todos
fizeram silêncio. Os dois foram para o lado onde estava a tela
gigante e Grumman disse:
– Como
vocês já sabem, eu que chamei todos vocês aqui. Me chamo Grumman e
essa jovem ao meu lado se chama Maiya. Desculpe-me pelo atraso, mas
acredito que serviu para vocês se conhecerem. Prestem muita atenção
no vou dizer.
Todos
já estavam prestando atenção desde do momento que ele entrara pela
porta.
– Chega
de enrolação e vamos começar logo essa reunião. E sim eu rimei.
Apesar
da piada horrível de Grumman, todos estavam ansiosos de alguma
forma. Cada pessoa naquela sala, estava sentada ali, por algum
motivo, cada um com suas próprias ambições e desejos. Por fim, a
reunião finalmente começou, o que ninguém sabia naquele momento
que o rumo que fosse tomado por aquela reunião, mudaria…
… O
futuro da região de Kanto.
By : Zark



















